Menos congestionamentos, menos estresse, menos sedentarismo, menos danos ao meio ambiente.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Primeira fábrica brasileira de bikes e motos elétricas começa a ser construída este mês

Modelo importado de bicicleta elétrica, que custa R$ 2 mil


A Kasinski informou que sua fábrica de bicicletas e motos elétricas, a primeira do país, começará a ser construída este mês na cidade de Sapucaia, região serrana do Rio de Janeiro. A fábrica será projetada dentro dos princípios de sustentabilidade.

A vantagem é que os modelos de bicicletas e motos elétricas serão mais baratos que os importados, hoje encontrados no mercado brasileiro. De acordo com a assessoria de imprensa da Kasinski, a proposta é que as bicicletas elétricas custem o preço médio das bikes comuns. Hoje, uma bicicleta elétrica, que pode ser usada por crianças acima de 14 anos e alcança uma velocidade de 40km/h, custa a partir de R$1.850. Estima-se que atualmente existam 5 mil bicicletas elétricas no Brasil, 30% no Estado do Rio. 
A nova unidade da Kasinski receberá investimentos de R$ 20 milhões e terá capacidade para produzir 10 mil unidades/mês. Lá, serão montados sete modelos de bicicletas e motos elétricas. Destes, quatro já estão sendo testados e devem entrar em produção ainda no primeiro semestre de 2011. São eles: dois tipos de bicicletas elétricas (sport e city), a mini scooter Prima 500 e a Scooter Prima Electra.
Único modelo que já é fabricado e vendido no Brasil, a Kasinski Prima Electra alia design europeu e baixíssimo nível de ruído. Segundo a fabricante a motocicleta chega a velocidade máxima de 60 km/h e tem autonomia para rodar 50 km com apenas uma carga. O preço sugerido é de R$ 5.290.

2 comentários:

Fabio Dantas disse...

Muito legal hein! Ótima alternativa... Agora só precisam ampliar o sistema de abastecimento de energia elétrica pra dar conta dessas bikes!
Vamos que vamos Brasil.

Melissa Webster disse...

É uma boa notícia, mas espero que ciclistas não deixem suas bikes "normais" pela elétricas. Agora, se os motoristas deixarem seus carros para utilizar essas bikes elétricas, é uma evolução.

Digo isso porque, ao contrário do que se pensa (e do que a Dilma falava nos debates), a energia das hidrelétricas, que é a que temos no Brasil, não é lá muito ecológica.

Quando se faz uma hidrelétrica em um rio, a água sobe e afoga muita floresta, causando um impacto ambiental sério no local. Mais: quando isso acontece, libera-se muito METANO, que é MUITO mais poluente que o dióxido de carbono.

Ou seja, se um motorista deixa o carro para utilizar uma bike elétrica, ótimo, é muito menos pior que usar gasolina/álcool/diesel. Mas não acho que os ciclistas devem deixar seu velho pedal para utilizá-la por esses motivos.